sábado, 24 de junho de 2017

HISTÓRIA da Criança ESPERANÇA

O Programa Criança Esperança, uma parceria da TV Globo e da UNESCO, contribui para empoderar pessoas, criar oportunidades e transformar vidas. Ao longo de 30 anos já beneficiou mais de 4 milhões de crianças, adolescentes e jovens em todo o Brasil.
Doações da sociedade e também de empresas permitem apoiar projetos em diferentes áreas, como educação, esporte, cultura, cidadania, inclusão e juventudes, desenvolvidos por organizações não-governamentais, localizadas em diversas regiões do Brasil.
Essas doações podem ser feitas em qualquer época do ano, pela internet, ou por telefone, durante a campanha de arrecadação de recursos, quando também é realizado o Show Criança Esperança, considerado o ápice da mobilização da sociedade.
Foto: UNESCO/ Mila Petrillo
A UNESCO é a responsável pela seleção dos projetos, realizada por meio de edital público, e pela gestão dos recursos arrecadados. Além disso, a Organização realiza o monitoramento da execução dos projetos apoiados, feito por meio de periódicas prestações de contas e de relatórios técnicos e, também, de visitas de monitoramento aos locais onde são implementados os projetos.
O Programa acaba de completar 30 anos: foi criado em 1986 e já apoiou mais de 5 mil projetos nos 26 estados brasileiros e no Distrito Federal. Sua trajetória mostra como é possível reescrever destinos e superar expectativas.
Parte dessa história de três décadas de sucesso está contada no livro “Criança Esperança: 30 anos, 30 histórias”, lançado em 2015.
Promover o desenvolvimento humano e social de crianças, adolescentes e jovens é uma das prioridades da UNESCO no Brasil.
Desde o início da parceria firmada com a UNESCO, 450 projetos já foram selecionados. Em 2011, o Programa Criança Esperança passou a apoiar 75 projetos locais, beneficiando 20 mil crianças e adolescentes.
Existem quatro Espaços Criança Esperança localizados em: Jaboatão dos Guararapes, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo.

O Programa Criança Esperança:
  • Promove a inclusão social de grupos vulneráveis como jovens, afro-descendentes, povos indígenas e meninas;
  • Apoia iniciativas que funcionam como laboratórios sociais, visando inspirar políticas públicas para a juventude;
  • Estimula os jovens a completar seus estudos nos níveis da educação básica e da educação técnica e profissional;
  • Promove a participação e o engajamento da juventude;
  • Oferece atividades esportivas, de laser e inclusão digital;
  • Apoia projetos que:
    • promovem os direitos humanos e a igualdade racial;
    • previnem a violência, o abuso sexual e a exploração de crianças e jovens;
    • priorizam os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio, sobretudo na redução da pobreza extrema e dos índices de mortalidade infantil.

Fonte:http://atomcurve.com/1zGi